"Back in the old days, if someone had a secret they didn't want to share... They went up a mountain, found a tree... Carved a hole in it... And whispered the secret into the hole. Then they covered it with mud. And leave the secret there forever."
Ele surge agora, enquanto a cidade acorda. É esta cidade que parece esquecer que um Mercado pode ser sempre melhor. Por isso o anterior ainda existe, porque os dias não podem ser sós, “osan” não cai do céu e o peixe não sabe esperar. A nova construção demora, não tem hora. Mas resolve algumas relações. Duas filas de sozinhas estruturas em cimento desenham, em linhas paralelas, a nova marginal, ainda feita de terra. A estrutura de madeira, com a precisão que basta, encosta em cima e ampara um telhado castanho. É esse telhado que esconde o que molha e o que queima, e que pinta a marginal de cor escura. As filas de sozinhas estruturas criam, em mesmo numero, filas de meninos e rodas.
Estas solteiras damas de colmo venderão desencostadas umas das outras, como se cada uma fosse diferente. E não o farão de costas voltadas. Agora confundem, porque se vestem de cimento, madeira e colmo, não conhecem adereços. Em breve estarão, cada uma do seu jeito, enfeitadas de peças diferentes.
O intervalo entre elas apontará para o mar. E nele, veremos apenas, filas de meninos e rodas.